terça-feira, 25 de novembro de 2008
já que estamos falando de violência , vamos pensar em como instigar a paz
Essa música fala de paz. vamos ouvir?
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Iniciando Trabalho com Mapa Conceitual
Mapa Conceitual
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Jogo sobre violência na escola. Teste seus conhecimentos!
Jogo Chega De ViolêNcia
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TRABALHO COM PROJETOS
A palavra "Projeto" deriva do latim projectus e significa algo como "um jato lançado para frente". No caso do ser humano, ao ser lançado no mundo, ao nascer, vai se constituindo como pessoa por meio do desenvolvimento da capacidade de antecipar ações, de eleger continuamente metas a partir de um quadro de valores historicamente situado, e de lançar-se em busca das mesmas.
Um projeto de aprendizagem pode nascer a partir de um problema real que deve ser resolvido ou de curiosidades que interessam a um grupo de alunos. Contribui para o incremento de habilidades tais como: a capacidade de julgar, fazer escolhas e justificá-las, tomar decisões, enfim, desenvolve a autonomia intelectual e o aprender a aprender.
Essa forma de trabalho abre um leque muito grande de possibilidades de desenvolvimento de habilidades, pois exige que os envolvidos aprendam uns com os outros e vivenciem, intensamente o processo. Ao mesmo tempo, que respeita as individualidades de cada um proporciona novas aprendizagens a cada discussão, a cada nova ação.
Outro ponto muito importante, sobre os projetos de aprendizagem, diz respeito, à questão do planejamento, o qual torna-se o norte para a execução do trabalho. O planejamento é essencial para que os objetivos sejam alcançados, os problemas resolvidos e a aprendizagem aconteça de forma progressiva.
Etapas de um projeto: definição do tema; análise da situação; definição das metas e objetivos; listagem de ações a serem executadas; avaliação.
O papel do professor nessa perspectiva de trabalho é o de “problematizador”, que provoca em seus alunos uma certa curiosidade motivando-os para a pesquisa e fazendo a mediação da aprendizagem aconteça.
Componentes: Caren Cristina Andelieri, Fabiana De Oliveira Pereira, Fabiane De Vargas, Gilvania Almeida e Rejane Daneluz Raimann
Um projeto de aprendizagem pode nascer a partir de um problema real que deve ser resolvido ou de curiosidades que interessam a um grupo de alunos. Contribui para o incremento de habilidades tais como: a capacidade de julgar, fazer escolhas e justificá-las, tomar decisões, enfim, desenvolve a autonomia intelectual e o aprender a aprender.
Essa forma de trabalho abre um leque muito grande de possibilidades de desenvolvimento de habilidades, pois exige que os envolvidos aprendam uns com os outros e vivenciem, intensamente o processo. Ao mesmo tempo, que respeita as individualidades de cada um proporciona novas aprendizagens a cada discussão, a cada nova ação.
Outro ponto muito importante, sobre os projetos de aprendizagem, diz respeito, à questão do planejamento, o qual torna-se o norte para a execução do trabalho. O planejamento é essencial para que os objetivos sejam alcançados, os problemas resolvidos e a aprendizagem aconteça de forma progressiva.
Etapas de um projeto: definição do tema; análise da situação; definição das metas e objetivos; listagem de ações a serem executadas; avaliação.
O papel do professor nessa perspectiva de trabalho é o de “problematizador”, que provoca em seus alunos uma certa curiosidade motivando-os para a pesquisa e fazendo a mediação da aprendizagem aconteça.
Componentes: Caren Cristina Andelieri, Fabiana De Oliveira Pereira, Fabiane De Vargas, Gilvania Almeida e Rejane Daneluz Raimann
ANALISANDO UMA PROPAGANDA
OFICINA TV E VÍDEO NA EDUCAÇÃO
O produto anunciado na propaganda é um refrigerante da marca Coca Cola. È um produto consumido por pessoas de diferentes faixas etárias e sociais. A grande maioria das pessoas adquire, porém algumas não gostam de Coca Cola.
Neste anúncio vemos um rapaz bonito que demonstra atitude agressiva até o momento que compra Coca Cola. Adolescentes na calçada com um pitbull, o dono do bar, um jovem (Mauricinho) no seu carro conversível, dois mendigos, funcionário do carro forte, jovens (Patricinhas) no carro conversível cor de rosa, o ladrão, a velhinha, garis, vendedor de cachorro-quente, operários fazendo passeata, garotos propaganda e demais coadjuvantes. Seria interessante ser como o personagem principal. Ele demonstra estar de bem com a vida, promovendo boas ações.
A ação ocorre no meio urbano, na maior parte, na rua. O produto tem em comum com o lugar, onde ocorre a cena, o público. Evidencia-se o lado bom da vida.
O produto é apresentado no início da propaganda. Não há diálogo na cena, nem fala, está em off. A mensagem é clara, porém não é autoritária.
A frase mais importante do anúncio é Coca Cola o lado bom da vida.
Autoras:
Caren C. Andelieri,Juliana Monfron,Luciana de Campos,Rejane Raimamn,Susana Stedile Scalco,Fabiana de Oliveira,Fabiane Maciel e Gilvânia Almeida
O produto anunciado na propaganda é um refrigerante da marca Coca Cola. È um produto consumido por pessoas de diferentes faixas etárias e sociais. A grande maioria das pessoas adquire, porém algumas não gostam de Coca Cola.
Neste anúncio vemos um rapaz bonito que demonstra atitude agressiva até o momento que compra Coca Cola. Adolescentes na calçada com um pitbull, o dono do bar, um jovem (Mauricinho) no seu carro conversível, dois mendigos, funcionário do carro forte, jovens (Patricinhas) no carro conversível cor de rosa, o ladrão, a velhinha, garis, vendedor de cachorro-quente, operários fazendo passeata, garotos propaganda e demais coadjuvantes. Seria interessante ser como o personagem principal. Ele demonstra estar de bem com a vida, promovendo boas ações.
A ação ocorre no meio urbano, na maior parte, na rua. O produto tem em comum com o lugar, onde ocorre a cena, o público. Evidencia-se o lado bom da vida.
O produto é apresentado no início da propaganda. Não há diálogo na cena, nem fala, está em off. A mensagem é clara, porém não é autoritária.
A frase mais importante do anúncio é Coca Cola o lado bom da vida.
Autoras:
Caren C. Andelieri,Juliana Monfron,Luciana de Campos,Rejane Raimamn,Susana Stedile Scalco,Fabiana de Oliveira,Fabiane Maciel e Gilvânia Almeida
Interdisciplinaridade, Transdisciplinaridade, Multidisciplinaridade
Apresentacaogrupo Violencia
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FAZENDO PROPAGANDAS
ROTEIRO DA PROPAGANDA
Slogan: “Acabe com o ambiente hostil: Tome Educatil!”
Público alvo: Pessoas em geral.
Personagens principais: Bruxa e o Esquilo.
Personagens secundários: Saci, Galo, Jacaré, Leão.
Falas:
Leão:
__Eu sou o mais forte, o rei da floresta! O que você está fazendo aqui, neguinho perneta e fracote?
Jacaré:
__Você pode ser o rei da floresta, mas o “bam- bam- bam” dos rios sou eu!
Galo:
__ Você é o “bam- bam- bam” dos rios, mas eu que vivo rodeado de galinhas!
Saci:
__ Vamos parar com esse preconceito, porque eu sou preto, mas sou esperto!
Bruxa:
__ Ah, ah, ah, ah! Parem de brigar, colegas!
Eu também era assim como vocês, cheia de vaidade, mas eu descobri um remedinho muito bom: chamado Educatil, que acaba com qualquer ambiente hostil!
Formulado com produtos naturais, tais como: amizade, respeito, educação!
Vem cá, meu esquilo assistente!
(Entra o esquilo e coloca uma pílula na boca de cada um dos personagens)
Todos cantam:
__ Somos amigos, amigos, do peito, amigos de uma vez!
Lá, lá, lá...
Esquilo, mostrando a medicação:
__ Lembre- se, então: tome Educatil e acabe com qualquer ambiente hostil!
Slogan: “Acabe com o ambiente hostil: Tome Educatil!”
Público alvo: Pessoas em geral.
Personagens principais: Bruxa e o Esquilo.
Personagens secundários: Saci, Galo, Jacaré, Leão.
Falas:
Leão:
__Eu sou o mais forte, o rei da floresta! O que você está fazendo aqui, neguinho perneta e fracote?
Jacaré:
__Você pode ser o rei da floresta, mas o “bam- bam- bam” dos rios sou eu!
Galo:
__ Você é o “bam- bam- bam” dos rios, mas eu que vivo rodeado de galinhas!
Saci:
__ Vamos parar com esse preconceito, porque eu sou preto, mas sou esperto!
Bruxa:
__ Ah, ah, ah, ah! Parem de brigar, colegas!
Eu também era assim como vocês, cheia de vaidade, mas eu descobri um remedinho muito bom: chamado Educatil, que acaba com qualquer ambiente hostil!
Formulado com produtos naturais, tais como: amizade, respeito, educação!
Vem cá, meu esquilo assistente!
(Entra o esquilo e coloca uma pílula na boca de cada um dos personagens)
Todos cantam:
__ Somos amigos, amigos, do peito, amigos de uma vez!
Lá, lá, lá...
Esquilo, mostrando a medicação:
__ Lembre- se, então: tome Educatil e acabe com qualquer ambiente hostil!
domingo, 16 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Síntese sobre o trabalho com jogos
Ao desenvolver as atividades propiciadas no curso de capacitação para atuação em laboratório de informática pudemos perceber o quanto esse trabalho com jogos e brincadeiras são importantes para o desenvolvimento dos alunos. Eles propiciam o desenvolvimento de aprendizagens significativas e desempenham um papel fundamental para o desenvolvimento da criatividade e socialização dos alunos, que cada vez mais necessitam de atividades lúdicas e motivadoras para desenvolverem suas inúmeras habilidades.
Os jogos e brincadeiras contribuem, ainda, para que as crianças conheçam o mundo em que vivem. O jogo permite que a criança tenha um desenvolvimento global de todos os aspectos: social, afetivo, cognitivo, moral aprendizagem de conceitos, pois jogando a criança experimenta, inventa, constrói, exercita e confere suas habilidades, além de aguçar sua curiosidade e iniciativa. Também, a linguagem e a concentração são contempladas com o exercício do jogo e da brincadeira.
Outro aspecto relevante é o desenvolvimento motor que os jogos e brincadeiras propiciam as crianças. Através dos mesmos eles vão adquirindo posturas motoras adequadas indispensáveis para saúde física.
Os jogos e brincadeiras contribuem, ainda, para que as crianças conheçam o mundo em que vivem. O jogo permite que a criança tenha um desenvolvimento global de todos os aspectos: social, afetivo, cognitivo, moral aprendizagem de conceitos, pois jogando a criança experimenta, inventa, constrói, exercita e confere suas habilidades, além de aguçar sua curiosidade e iniciativa. Também, a linguagem e a concentração são contempladas com o exercício do jogo e da brincadeira.
Outro aspecto relevante é o desenvolvimento motor que os jogos e brincadeiras propiciam as crianças. Através dos mesmos eles vão adquirindo posturas motoras adequadas indispensáveis para saúde física.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
O Mapa Conceitual expressa um ponto de "chegada" temporário,que é resultado
dos estudos desenvolvidos no decorrer do ano de 2008, NO NTE de Caxias do Sul, Curso de Capacitação para Coordenação em LIE.
dos estudos desenvolvidos no decorrer do ano de 2008, NO NTE de Caxias do Sul, Curso de Capacitação para Coordenação em LIE.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Rived
Grupo Violência Escolar
Cursistas: Fabiana de Oliveira
Fabiane De Vargas
Caren Andelieri
Gilvânia de Almeida
Rejane
Análise do RIVED
O RIVED é um programa da Secretaria de Educação a Distância - SEED, que visa produzir objetos de aprendizagem. Tais objetos primam por estimular o raciocínio e o pensamento crítico dos estudantes, associando o potencial da informática às novas abordagens pedagógicas. Com esses conteúdos digitais pretende-se melhorar a aprendizagem e a formação cidadã do aluno. Além de promover a produção e publicar na web os conteúdos digitais para acesso gratuito, o RIVED realiza capacitações sobre a metodologia para produzir e utilizar os objetos de aprendizagem nas instituições de ensino superior e na rede pública de ensino.
Análise do Objeto Fazenda Rived
O objeto em análise é adequado para crianças das séries iniciais do ensino fundamental, preferencialmente para o segundo ano. Este desenvolve diferentes habilidades, tais como: construção do número; ordem crescente e decrescente; classificação dos animais; noção de espaço (dentro/fora); concentração; medidas de grandeza( maior/menor).
Além dessas habilidades, o objeto em questão pode contemplar outros conceitos como: a importância dos animais; classificação dos animais; zona rural e zona urbana; alimentação saudável; produção de textos; histórias matemáticas.
Divulgação do Rived na escola
O Rived é uma ferramenta muito interessante para o enriquecimento das aulas. Este contém atividades interativas que envolvem competências e habilidades de diferentes disciplinas. Os professores poderão acessá-lo no laboratório de informática, apoiados pelo Projetor Multimídia.
Cursistas: Fabiana de Oliveira
Fabiane De Vargas
Caren Andelieri
Gilvânia de Almeida
Rejane
Análise do RIVED
O RIVED é um programa da Secretaria de Educação a Distância - SEED, que visa produzir objetos de aprendizagem. Tais objetos primam por estimular o raciocínio e o pensamento crítico dos estudantes, associando o potencial da informática às novas abordagens pedagógicas. Com esses conteúdos digitais pretende-se melhorar a aprendizagem e a formação cidadã do aluno. Além de promover a produção e publicar na web os conteúdos digitais para acesso gratuito, o RIVED realiza capacitações sobre a metodologia para produzir e utilizar os objetos de aprendizagem nas instituições de ensino superior e na rede pública de ensino.
Análise do Objeto Fazenda Rived
O objeto em análise é adequado para crianças das séries iniciais do ensino fundamental, preferencialmente para o segundo ano. Este desenvolve diferentes habilidades, tais como: construção do número; ordem crescente e decrescente; classificação dos animais; noção de espaço (dentro/fora); concentração; medidas de grandeza( maior/menor).
Além dessas habilidades, o objeto em questão pode contemplar outros conceitos como: a importância dos animais; classificação dos animais; zona rural e zona urbana; alimentação saudável; produção de textos; histórias matemáticas.
Divulgação do Rived na escola
O Rived é uma ferramenta muito interessante para o enriquecimento das aulas. Este contém atividades interativas que envolvem competências e habilidades de diferentes disciplinas. Os professores poderão acessá-lo no laboratório de informática, apoiados pelo Projetor Multimídia.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Grupo Violência - Sintese 20 Dicas de Aprendizagem
Capacitação para Atuação em Laboratório de Informática Educativa
SÍNTESE
PROJETOS DE APRENDIZAGEM 20 DICAS
1.Plano de trabalho: conhecer a turma para saber o que e como fazer
As melhores estratégias, os métodos e materiais a serem usados na elaboração de um plano de trabalho, depende do conhecimento prévio dos alunos. Suas especificidades, necessidades e anseios, do conhecimento das espectativas que os pais têm da escola e do histórico anterior da vida escolar dos alunos, individualmente.
2.Avaliação: acompanhar o aluno para traçar o melhor caminho
A avaliação deve ser constante e diária e estar a serviço do aluno. Serve para verificar os avanços, as dificuldades e necessidades do aluno na construção do seu conhecimento.
3. Contextualização: ela vai muito além da relação com o cotidiano
Colocar o objeto de estudo dentro de um universo em que ele faça sentido.
4. Objetivo: só depois que ele é definido, vêm o conteúdo e a metodologia
A partir dos objetivos se estabelece um caminho para alcançá-lo, o que inclui definir o conteúdo e a metodologia.
5. Conhecimento prévio e interesse dos alunos: quem descobre é você
É a equipe de cada escola que define os grandes horizontes políticos e pedagógicos do trabalho e, confronta esses grandes ideais com a realidade e com a prática, descobrindo assim as necessidades dos alunos.
6. Trabalho Interdisciplinar: as matérias se unem e os alunos aprendem
A interdisciplinaridade ocorre quando, ao tratar de um assunto dentro de uma disciplina, você lança mão dos conhecimentos de outra. Essas oportunidades podem ser criadas com base nas pesquisas dos alunos e do próprio professor ou em parceria com os colegas de outras disciplinas.
7. Seqüência didática: uma série de aulas que desafia e ensina os alunos
A seqüência didática é um conjunto de aulas planejadas para ensinar um determinado conteúdo sem ter um produto final. Sua duração varia de dias a semanas e você pode elaborar várias seqüências ao longo do ano, de acordo com o planejado ou com a necessidade dos alunos, detectada pelo caminho. É possível, inclusive, aplicar essa modalidade ao mesmo tempo em disciplinas diferentes.
8. Temas transversais: o pano de fundo do trabalho da escola
Temas transversais não são disciplinas, apenas permeiam todas elas. São temas que podem estar presentes em todas as disciplinas o tempo todo, como pano de fundo do trabalho da escola. O professor leva os alunos a refletir para que eles tenham condições de construir conceitos, em vez de apenas coleta informações a respeito.
9. Tempo didático: para não errar na dose, é preciso ter objetivos claros
Muitas vezes é difícil definir quanto tempo será gasto para desenvolver um tema, uma atividade ou um projeto. Para não errar na medida, é fundamental ter em mente três pontos: o que você quer ensinar, como cada um de seus alunos aprende e como você irá acompanhar e avaliar o trabalho da garotada.
10. Inclusão: a escola leva o aluno com deficiência a avançar
O professor deve procurar saber o que o aluno com deficiência já sabe e quais são as possibilidades que ele tem de aumentar esses conhecimentos, descobrir como tem sido sua experiência, pesquisando seu histórico escolar e trocando informações com os pais e os professores das séries anteriores. Se ela estiver recebendo atendimento educacional especializado no turno contrário em alguma instituição, é importante conversar com os especialistas ao longo de todo o ano para acompanhar seu desenvolvimento. Isso pode ajudar muito a planejar as aulas, definir estratégias e escolher os melhores materiais, o que é bom não só para o aluno com deficiência, mas para a turma toda. O professor deve receber essa criança como ele recebe todas as outras. Ela é, acima de tudo, um aprendiz.
11. Matemática: interação entre os conteúdos é essencial
Os conteúdos matemáticos devem ter significado ao estudo, o melhor caminho para garantir o aprendizado é mostrar como eles se complementam. Fazer relação com situações concretas onde a operação é necessária. Os temas devem ser organizados de forma que possam ser vistos como uma rede de significados. É sempre interessante que o aluno compreenda que um mesmo assunto pode ser estudado sob vários aspectos.
12. Língua Portuguesa (1ªa 4ª): mais importância para a oralidade
Atividades de leitura e escrita aparecem muito nas primeiras séries do Ensino Fundamental. Porém é importante criar situações em que as crianças utilizem a leitura e escrita e também a oralidade, o que será útil para a vida dentro e fora da escola. Alunos que não vivem situações de fala formal em sala de aula podem demorar mais para construir esse conhecimento. Surge, assim, a dificuldade em se expressar, elaborar apresentações e criar argumentos sobre o que pensam.
13. Língua Portuguesa (5ªa 8ª): gramática como uma ferramenta
É importante não separar o estudo das regras da língua da leitura e produção escrita. Para envolver a garotada no ensino da gramática, um bom caminho é associá-la a situações concretas. Transformar um texto formal em coloquial, comparando as palavras e as estruturas que foram alteradas, é um bom exercício. A idéia é levar o aluno a perceber as possibilidades da língua sem ter de decorar regras. Um trabalho de pesquisa das diferenças entre textos de diversos gêneros, durante a leitura, eles acabarão comparando os elementos gramaticais utilizados em cada um.
14. Língua Estrangeira: as palavras precisam de contexto
Ninguém esquece sua língua materna quando aprende uma língua estrangeira. O que acontece é bem o contrário: quanto mais o aluno utiliza o conhecimento que adquiriu em sua vivência e sobre o próprio idioma, melhor entende uma segunda língua.
15. História: de olho no presente para transformar o futuro
Estudar história local com a turma é uma prática muito comum e uma experiência importante e enriquecedora se. Ao pensar nos conteúdos que serão abordados durante o ano, o professor deve levar em conta algumas questões como: contribuição do estudo em questão para transformar a região e se o assunto ajudará o aluno em sua vida diária e no seu processo de formação como cidadão.
16. Geografia: ela não está só nos mapas mas também no cotidiano
Para que essa disciplina faça sentido desde a Educação Infantil, uma boa seqüência de conteúdos é fundamental. As primeiras noções de Geografia são adquiridas ainda na pré-escola. Para que a criança aprenda cartografia, por exemplo, deve-se partir do conhecimento prévio que cada uma delas possui. A prática, o concreto deve ser abusado no contexto do ensino aprendizagem da localização no espaço. Uma importante e necessária ferramenta a ser utilizada é o próprio corpo do sujeito localizado no espaço.
17. Educação Infantil: o segredo é a autoconfiança do professor
O professor precisa conhecer o modo como as crianças aprendem e como se desenvolvem para levar em conta na hora de planejar as aulas, compartilhar com as crianças algumas etapas do trabalho, os ensina a estudar e a planejar, porém não deixar que elas tomem todas as decisões.
18. Educação Física: o programa vai além do conteúdo esportivo
Os alunos, ao formarem os times para um jogo, escolhem sempre os mais hábeis e competitivos, e os que têm dificuldade para jogar ficam para trás. Cabe ao professor levantar a questão e discutir o problema claramente e perguntar por que foi escolhido este e não aquele aluno iniciando assim um trabalho sobre as diferenças, que não se restringem apenas às habilidades físicas, mas que são também socioeconômicas e culturais. Essas discussões podem fazer parte da vivência diária dos alunos. Não adianta apenas falar sobre as diferenças e continuar propondo somente atividades clássicas, como os jogos esportivos.
19. Ciências: sem a dúvida, a turma não avança no conhecimento
O questionamento deve fazer parte da aula do início ao fim. O professor deve estimular os alunos a fazer suas perguntas, questionando-os constantemente. A dúvida leva a criança a uma ação investigativa sobre o problema apresentado, aproximando-a do conhecimento. Sem reflexão e investigação, a ciência não progride.
20. Artes: uma disciplina que também se ensina e se aprende
As aulas de Artes não dependem do talento ou da sensibilidade dos alunos. Existe um conteúdo, que pode ser ensinado — e aprendido por todos, sem no entanto sem cópia de obras já criadas. O professor pode propor aos alunos modelos e também criar situações para que eles utilizem as próprias idéias para transformar as referências que possui, valorizando a espontaneidade de cada um para criar.
SÍNTESE
PROJETOS DE APRENDIZAGEM 20 DICAS
1.Plano de trabalho: conhecer a turma para saber o que e como fazer
As melhores estratégias, os métodos e materiais a serem usados na elaboração de um plano de trabalho, depende do conhecimento prévio dos alunos. Suas especificidades, necessidades e anseios, do conhecimento das espectativas que os pais têm da escola e do histórico anterior da vida escolar dos alunos, individualmente.
2.Avaliação: acompanhar o aluno para traçar o melhor caminho
A avaliação deve ser constante e diária e estar a serviço do aluno. Serve para verificar os avanços, as dificuldades e necessidades do aluno na construção do seu conhecimento.
3. Contextualização: ela vai muito além da relação com o cotidiano
Colocar o objeto de estudo dentro de um universo em que ele faça sentido.
4. Objetivo: só depois que ele é definido, vêm o conteúdo e a metodologia
A partir dos objetivos se estabelece um caminho para alcançá-lo, o que inclui definir o conteúdo e a metodologia.
5. Conhecimento prévio e interesse dos alunos: quem descobre é você
É a equipe de cada escola que define os grandes horizontes políticos e pedagógicos do trabalho e, confronta esses grandes ideais com a realidade e com a prática, descobrindo assim as necessidades dos alunos.
6. Trabalho Interdisciplinar: as matérias se unem e os alunos aprendem
A interdisciplinaridade ocorre quando, ao tratar de um assunto dentro de uma disciplina, você lança mão dos conhecimentos de outra. Essas oportunidades podem ser criadas com base nas pesquisas dos alunos e do próprio professor ou em parceria com os colegas de outras disciplinas.
7. Seqüência didática: uma série de aulas que desafia e ensina os alunos
A seqüência didática é um conjunto de aulas planejadas para ensinar um determinado conteúdo sem ter um produto final. Sua duração varia de dias a semanas e você pode elaborar várias seqüências ao longo do ano, de acordo com o planejado ou com a necessidade dos alunos, detectada pelo caminho. É possível, inclusive, aplicar essa modalidade ao mesmo tempo em disciplinas diferentes.
8. Temas transversais: o pano de fundo do trabalho da escola
Temas transversais não são disciplinas, apenas permeiam todas elas. São temas que podem estar presentes em todas as disciplinas o tempo todo, como pano de fundo do trabalho da escola. O professor leva os alunos a refletir para que eles tenham condições de construir conceitos, em vez de apenas coleta informações a respeito.
9. Tempo didático: para não errar na dose, é preciso ter objetivos claros
Muitas vezes é difícil definir quanto tempo será gasto para desenvolver um tema, uma atividade ou um projeto. Para não errar na medida, é fundamental ter em mente três pontos: o que você quer ensinar, como cada um de seus alunos aprende e como você irá acompanhar e avaliar o trabalho da garotada.
10. Inclusão: a escola leva o aluno com deficiência a avançar
O professor deve procurar saber o que o aluno com deficiência já sabe e quais são as possibilidades que ele tem de aumentar esses conhecimentos, descobrir como tem sido sua experiência, pesquisando seu histórico escolar e trocando informações com os pais e os professores das séries anteriores. Se ela estiver recebendo atendimento educacional especializado no turno contrário em alguma instituição, é importante conversar com os especialistas ao longo de todo o ano para acompanhar seu desenvolvimento. Isso pode ajudar muito a planejar as aulas, definir estratégias e escolher os melhores materiais, o que é bom não só para o aluno com deficiência, mas para a turma toda. O professor deve receber essa criança como ele recebe todas as outras. Ela é, acima de tudo, um aprendiz.
11. Matemática: interação entre os conteúdos é essencial
Os conteúdos matemáticos devem ter significado ao estudo, o melhor caminho para garantir o aprendizado é mostrar como eles se complementam. Fazer relação com situações concretas onde a operação é necessária. Os temas devem ser organizados de forma que possam ser vistos como uma rede de significados. É sempre interessante que o aluno compreenda que um mesmo assunto pode ser estudado sob vários aspectos.
12. Língua Portuguesa (1ªa 4ª): mais importância para a oralidade
Atividades de leitura e escrita aparecem muito nas primeiras séries do Ensino Fundamental. Porém é importante criar situações em que as crianças utilizem a leitura e escrita e também a oralidade, o que será útil para a vida dentro e fora da escola. Alunos que não vivem situações de fala formal em sala de aula podem demorar mais para construir esse conhecimento. Surge, assim, a dificuldade em se expressar, elaborar apresentações e criar argumentos sobre o que pensam.
13. Língua Portuguesa (5ªa 8ª): gramática como uma ferramenta
É importante não separar o estudo das regras da língua da leitura e produção escrita. Para envolver a garotada no ensino da gramática, um bom caminho é associá-la a situações concretas. Transformar um texto formal em coloquial, comparando as palavras e as estruturas que foram alteradas, é um bom exercício. A idéia é levar o aluno a perceber as possibilidades da língua sem ter de decorar regras. Um trabalho de pesquisa das diferenças entre textos de diversos gêneros, durante a leitura, eles acabarão comparando os elementos gramaticais utilizados em cada um.
14. Língua Estrangeira: as palavras precisam de contexto
Ninguém esquece sua língua materna quando aprende uma língua estrangeira. O que acontece é bem o contrário: quanto mais o aluno utiliza o conhecimento que adquiriu em sua vivência e sobre o próprio idioma, melhor entende uma segunda língua.
15. História: de olho no presente para transformar o futuro
Estudar história local com a turma é uma prática muito comum e uma experiência importante e enriquecedora se. Ao pensar nos conteúdos que serão abordados durante o ano, o professor deve levar em conta algumas questões como: contribuição do estudo em questão para transformar a região e se o assunto ajudará o aluno em sua vida diária e no seu processo de formação como cidadão.
16. Geografia: ela não está só nos mapas mas também no cotidiano
Para que essa disciplina faça sentido desde a Educação Infantil, uma boa seqüência de conteúdos é fundamental. As primeiras noções de Geografia são adquiridas ainda na pré-escola. Para que a criança aprenda cartografia, por exemplo, deve-se partir do conhecimento prévio que cada uma delas possui. A prática, o concreto deve ser abusado no contexto do ensino aprendizagem da localização no espaço. Uma importante e necessária ferramenta a ser utilizada é o próprio corpo do sujeito localizado no espaço.
17. Educação Infantil: o segredo é a autoconfiança do professor
O professor precisa conhecer o modo como as crianças aprendem e como se desenvolvem para levar em conta na hora de planejar as aulas, compartilhar com as crianças algumas etapas do trabalho, os ensina a estudar e a planejar, porém não deixar que elas tomem todas as decisões.
18. Educação Física: o programa vai além do conteúdo esportivo
Os alunos, ao formarem os times para um jogo, escolhem sempre os mais hábeis e competitivos, e os que têm dificuldade para jogar ficam para trás. Cabe ao professor levantar a questão e discutir o problema claramente e perguntar por que foi escolhido este e não aquele aluno iniciando assim um trabalho sobre as diferenças, que não se restringem apenas às habilidades físicas, mas que são também socioeconômicas e culturais. Essas discussões podem fazer parte da vivência diária dos alunos. Não adianta apenas falar sobre as diferenças e continuar propondo somente atividades clássicas, como os jogos esportivos.
19. Ciências: sem a dúvida, a turma não avança no conhecimento
O questionamento deve fazer parte da aula do início ao fim. O professor deve estimular os alunos a fazer suas perguntas, questionando-os constantemente. A dúvida leva a criança a uma ação investigativa sobre o problema apresentado, aproximando-a do conhecimento. Sem reflexão e investigação, a ciência não progride.
20. Artes: uma disciplina que também se ensina e se aprende
As aulas de Artes não dependem do talento ou da sensibilidade dos alunos. Existe um conteúdo, que pode ser ensinado — e aprendido por todos, sem no entanto sem cópia de obras já criadas. O professor pode propor aos alunos modelos e também criar situações para que eles utilizem as próprias idéias para transformar as referências que possui, valorizando a espontaneidade de cada um para criar.
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